segunda-feira, 5 de maio de 2008

Resultados Sondagem sobre Jogos de Treino

E numa das sondagens menos votadas (seria do assunto?), eis a vossa opinião sobre o facto de os árbitros deverem fazer jogos de treino nos clubes:


  1. 53% acham que sim, que devem fazer jogos de treino nos clubes e ter mesmo um número mínimo de jogos a fazer por ano.
  2. 38% acham que eventualmente devem fazer jogos de treino, desde que não exista um compromisso de o fazer.
  3. Os restantes 9% acham que fazer jogos de treino dependem da categoria do árbitro ou que não devem fazer (pois já tiraram o curso)
Como podemos ver, a maioria absoluta acha que os árbitros devem praticar nos clubes, tal como os atletas, para evoluir.

Pessoalmente acho que seria uma mais valia para ambos (clubes e árbitros) MAS com o devido respeito pelo trabalho de uns e outros - o que hoje em dia parece ser complicado.

A verdade é que com os comportamentos a que já assisti várias vezes (de muitos jogadores, treinadores, dirigentes e por vezes até de pais e publico, em relação a árbitros e arbitragem nos jogos de treino), os árbitros não tem interesse em ir praticar aos clubes - e mesmo quando começam, rapidamente perdem a motivação.
Para serem insultados, verem e sofrerem faltas de respeito... acabam por usar esse tempo para estar com a família ou para os seus assuntos pessoais (já bastam os "insultos" dos jogos oficiais).

Se não houver mudança de atitude, não vai nunca haver interesse dos árbitros em praticarem nos clubes.
O que, além das mais valias para ambas as partes, possibilitaria aos clubes fazerem jogos de treino, intercâmbios, etc... e poderem até convidar os árbitros sem custos (pois ambos estão a treinar).

Sei que parece um grande passo... mas não é!

Para que se possa realizar aquilo com que a maioria concorda...(os árbitros treinarem, cumprirem um programa de jogos de treino para garantir a evolução e os clubes terem jogos de treino muito mais eficazes)... basta mudar a forma de tratar os árbitros e a arbitragem (e isso começa... no treino)!

A evolução para que isto aconteça está ao alcance de todos os que estiverem interessados - respeito, comportamento, postura de jogadores, treinadores e como consequência, de árbitros.

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